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🌿 “Cura no Getsêmani — Seis Semanas no Jardim de Deus”

  • 25 de nov. de 2025
  • 3 min de leitura

Quando Deus toca o invisível e devolve o nome, a voz e o fôlego da alma

 

Existem momentos na vida espiritual que não são apenas cultos — são encontros.

Cicatrizes antigas começam a formigar, pensamentos guardados começam a subir à superfície e a alma entende, pela primeira vez em muito tempo, que não precisa sofrer sozinha.

 

É isso que estamos vivendo na Missão Espaço Pampulha Getsêmani.


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Seis semanas no Jardim de Deus.

Seis semanas em que o Espírito Santo vem como jardineiro paciente, abrindo a terra endurecida, retirando raízes podres, plantando cura onde havia dor.

 

Já caminhamos por três semanas, e cada uma delas foi como entrar em uma parte diferente desse Jardim.

 

Vou te contar.

 

🌱 Semana 1 – Feridas Ocultas

(Quando a alma carrega cicatrizes invisíveis, marcas que o olhar humano não alcança.)


Com Pastor Francis Bittencourt


A primeira semana foi um choque silencioso.

Não daqueles que assustam — mas daqueles que revelam.


Pastor Francis começou falando do cego de Betsaida, mas não da cegueira… e sim do caminho entre a aldeia e o lugar onde Jesus o levou.


Vinte minutos.

Vinte minutos sendo conduzido no escuro pelos dedos de Jesus.


Enquanto ele falava, era como se cada pessoa ali enxergasse suas próprias feridas invisíveis:


– insegurança que controla tudo,

– desamparo escondido atrás de força,

– a dor de ser apoio de todos, mas porto de ninguém,

– identidades quebradas por palavras antigas,

– a sensação de caminhar tateando, esperando que alguém finalmente nos conduza.


A igreja ouviu quieta.

Alguns choraram.

Outros balançaram a cabeça como quem diz: “Sou eu”.


E então Francis entregou a frase que marcou a noite:


“Jesus não cura só os olhos. Ele cura a percepção. A alma. A raiz.”

Foi o abrir da terra.

A aragem inicial.

A exposição daquilo que sempre tentamos esconder — e que Deus decidiu tocar primeiro.

 

⛓ Semana 2 – Correntes Invisíveis

(Quando a alma vira cativeiro.)


Com Pastor Glaydson Barbosa


A segunda semana trouxe outro ambiente — mais firme, mais confrontador, mais libertador.


Pastor Glaydson falou de prisões que não têm cadeado, mas têm memórias:


– expectativas esmagadoras,

– memórias traumáticas,

– culpas escondidas,

– ansiedade silenciosa,

– cansaço emocional,

– promessas não cumpridas,

– relacionamentos que ferem mais do que curam.


Ele nos levou à cena de Pedro lavando redes vazias — cansado, frustrado, desistindo em silêncio.


E então disse:


“Jesus não entra no barco cheio. Ele entra é no barco que falhou.”

E ali houve cura.

Houve libertação sem exposição.

Houve renovo para almas cansadas.


Muita gente liberou fardos antigos.

Gente grande chorou como criança.

Gente forte admitiu: “Estou cansado”.


E Jesus respondeu da forma como sempre responde:

com descanso, com verdade e com renovo.

 

🎭 Semana 3 – Máscaras da Alma

(Quando fingimos estar bem.)


Com Pastor Márcio Lopes


A terceira semana foi um desvio do Espírito — e por isso foi tão profunda.


O tema anunciado era Guerra na Alma, mas Deus mudou a rota.

O Espírito Santo decidiu tratar algo mais urgente: as máscaras.


Pastor Márcio abriu a história de Jacó como quem entrega espelhos à igreja.

Não contou a versão infantil — mas o drama do homem ferido, rotulado, tentando ser aceito, vivendo identidades que não eram suas.


E fez a pergunta que atravessou o auditório:


“Quanto tempo você tem fingido estar bem?”

Ele falou das máscaras que viraram sobrevivência:


– força fabricada,

– competência exagerada,

– independência forçada,

– o “tá tudo bem”,

– o “eu aguento”.


E completou:


“Máscaras sustentam… mas também sufocam.”

Quando ele contou o momento em que Jacó diz “não” ao nome Benoni (filho da minha dor) e renomeia o menino como Benjamim (filho da minha força), a igreja entendeu:


Não existe cura carregando rótulos de dor.


Foi noite de libertação emocional.

De alívio interno.

De gente respirando pela primeira vez sem o peso de ser o que não é.


Para Deus, máscara nenhuma faz sentido — porque Ele sempre vê o rosto por trás delas.

 

✨ E assim chegamos à metade da jornada…

 

Três semanas.

Três cirurgias da alma.

Três encontros em que Deus tocou onde ninguém toca.

 

E ainda temos mais três:

🔥 Semana 4 — Guerra na Alma

(As batalhas que ninguém vê.)


🪨 Semana 5 — Fardos Emocionais

(O peso que te consome.)


🤫 Semana 6 — O Silêncio Mortal da Alma

(Há silêncios que gritam.)


O Getsêmani não é um lugar de desistência — é um lugar de transformação.

 

📖 “Ele cura os quebrantados de coração e trata das feridas deles.” — Salmo 147:3

 

📅 Todas as segundas — 19h30

 

📍 Missão Espaço Pampulha Getsêmani

Av. Otacílio Negrão de Lima, 7036 — Pampulha

 

Se sua alma cansou de gritar sozinha…

Se você quer descansar no único lugar onde a dor encontra cura…

O Jardim de Deus está te esperando.

 
 
 

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